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Nasceu no dia 08 /01/18, ás 11h a Elisa, filha da Renata Alvarenga e Eduardo Del Corso, com 2796 e 48cm

Nasceu no dia 08 /01/18, ás 11h a Elisa, filha da Renata Alvarenga e Eduardo Del Corso, com 2796 e 48cm, linda, muito esperta e ativa!
Meu relato do parto desse simpático casal:

E para começar bem o ano, cheguei de férias no domingo dia 7 as 22h. Nessa mesma madrugada por volta das 5h da manhã recebi uma mensagem da Renata Alvarenga que tinha conhecido em dezembro quando foi encaminhada pela parceira Samia Rocha, para participar da Oficina de Parto Natural. Ela estava querendo muito ter um parto assim. O marido dela é filho de uma amiga dos velhos tempos, Lia Del Corso, portanto eu ja o conhecia superficialmente.
Ela me dizia, na mensagem, que tinha começado a sentir contrações mais frequentes a cada 10 minutos aproximadamente por volta das 21h, mas bem tranquilas, deitou-se, porém la por volta da 1h da manha as contrações ficaram mais frequentes e mais fortes, resolveram ir no pronto atendimento da UNIMED fazer uma avaliação, o plantonista que a atendeu avaliou, fez um toque, verificou 3cm de dilatação e orientou que voltasse para casa, pois estaria muito cedo para uma internação, eles também sabiam que essa era uma boa conduta, a internação precoce deve ser evitada quando se quer ter um parto normal.
Voltaram pra casa mais não conseguiu dormir mais, as contrações ficaram mais intensas e já não dava mais para ficar deitada.
Orientei para que ficasse um pouco no chuveiro quente, que tentasse relaxar, cochilar. Ela disse que também estava perdendo tampão, e eu disse que ainda perderia muito mais...
As contrações estavam frequentes e ela dizia que o que mais a ajudava muito eram as respirações.
Sugeri que tentássemos esperar para voltar para o hospital por volta das 7:30, depois da mudança do plantão, pra facilitar, e disse que se sentisse necessidade antes disso que fosse reavaliar no Dona Regina, ja que la tem obstetra de plantão. E que, se possível, tentasse dormir, cochilar m pouco para não ficar muito cansada.
Por volta das 6h da manhã resolveram ir no Dona Regina, la foram avaliados e continuava os 3 cm de dilatação, o obstetra pediu um Cardiotocografia, eles fizeram e esperaram para mostrar para o médico, estava tudo certo!
Por volta das 7:45 saíram da maternidade. Conversei com ela que me disse que estava melhor porque as contrações tinham espaçado um pouco mais e por isso estava bem mais suportável, mas estava se sentindo muito cansada.  Então mais uma vez sugeri que fosse para casa, ficasse no chuveiro bem quente por uns 20 minutos, isso a relaxaria e ela dormiria um pouco, o que seria bem importante para aguentar o resto do tempo que ainda teria de trabalho de parto. Que dormisse 30 minutos, 1 ou 2 horas, o que fosse possível, e que quando acordasse a gente se veria para fazer uma acupuntura ou internar se tivesse aumentado as contrações. (Aproveitei para ir ao supermercado fazer umas comprinhas, não tinha nada em casa...
Por volta das 9h o Eduardo me ligou e eu podia ouvir os gemidos da Renata do outro lado,  ele me disse que ela estava querendo ir no consultório do obstetra com quem fez o pré-natal, ele não acompanha parto normais, por isso iria para o plantão, mas pensou em ir vê-lo, queria outra opinião... Perguntei se ela estava pensando em desistir do parto normal, ele disse que talvez sim , pois estava com muita dor. Falei que aguentasse firme, que se estava mais forte poderia ser porque ja estava mais dilatado, que ainda poderíamos usar outros recursos para ajuda-la que não era a hora de desistir, não....
Depois de cerca de 30 minutos me ligaram dizendo que tinham ido até o consultório do médico e que esse fez o toque e viu que ja estava com 7cm! Disse que ela tinha tudo para ter um parto normal, que deveria ir para maternidade e que antes do meio-dia o bebê nasceria. Graças a Deus, essa foi a força que ela precisava no momento!!
Eles foram para o hospital da UNIMED e eu segui pra la, cheguei ela estava na emergência enquanto ele preenchia os papéis da internação. Fui ficar com ela e vi que ja começava a ter vontade de empurrar... Conversei com a e equipe para que pudéssemos interna-la logo no apto, o obstetra tinha sido acionado, mas precisávamos deixa-la em um ambiente mais privado e adequado para que tudo se desenrolasse tranquilamente.
Fui caminhando com ela pela rampa, é sempre melhor caminhar, isso estimula o trabalho de parto, no caminho a bolsa rompeu, líquido claro, teve umas duas contrações na rampa. Por volta das 9:45h, conseguimos entrar no apto... Rapidamente organizei o "ninho": baixa luminosidade, bola, banqueta, começamos os exercícios de mobilização de quadril, o pai colocou um sonzinho, massagem... Ela se tranquilizou e se sentiu confiante para se entregar completamente ao trabalho de parto.
Começou a sentir os puxos mais frequentes por volta das 10:30h. Arrumei a banqueta mas ficamos mesmo na posição de cócoras, o marido sentado na bola apoiando-a. Eduardo, o pai, estava super tranquilo e confiante, dando a maior força e carinho para sua mulher...
Por volta das 10:40h o obstetra chegou.
Se apresentou e disse estar mais tranquilo por saber que mesmo antes dele chegar ela estaria na minha companhia, melhor assim... Disse a ele que estava perto, ele nem chegou a examina-la, pois na hora da força ja podia se ver o períneo abaulando. mais um pouco o pediatra também chegou, ambos ficaram no apto, sentados observando, sem interferir no processo natural. As enfermeiras trouxeram o material necessário para o quarto, queríamos mesmo que o bebê nascesse ali, não ha porque mudar de ambiente em um momento como esse, só atrapalha ...
Apliquei óleo na região perineal e a cada força o bebé descia mais um pouco, ela respondia bem as orientações e fazia a força direitinho, queria que o bebê saísse logo, mas expliquei o quanto que aquela descida mais lenta era importante para a manutenção da integridade da musculatura. E por volta das 11h, a Elisa nasceu, lentamente.
Foi colocada imediatamente em contato pele-a-pele no colo de sua mãe, chorou forte e muito, o pediatra observou a vitalidade do bebê sem interferir. O pai ficou cuidando do cordão, esperando ele parar de pulsar.
Ambos se emocionaram, foi lindo!!
Em seguida foi para a cama, mas o tempo todo com a Elisa no seu colo. A placenta saiu espontaneamente cerca de 20 minutos após o parto. O períneo completamente íntegro sem nenhuma escoriação se quer!! Perfeito!
O pai orgulhoso cortou o cordão,só depois que a placenta saiu. Logo a pequena pegou no peito e mamou!
A avó materna logo chegou e também nem podia acreditar que a filha tinha tido aquele parto tão tranquilo e natural=, ficou super feliz e orgulhosa de sua filha corajosa e poderosa....
Esperamos 1 hora, depois disso o pai pegou a filhota no colo, anda peladinha, uma emoção só.
Fizemos as medidas do bebê, a viatamina K, coloquei a primeira roupinha e avó tomou conta da netinha.
Em seguida ajudei a Renata, que levantou tomou um banho, colocamos a cinta, a roupa e sentou para almoçar, estava faminta...rsrs
Interessante contar esse fato: A Renata tinha me contado na Oficina de parto Natural, que sua mãe e pai não apoiavam a ideia dela ter um parto normal, tinham medo que ela sofresse, não achavam que era uma boa escolha. Conversei com ela e expliquei o quanto a cabeça e as questões emocionais poderiam atrapalhar o parto, sugeri que conversasse seriamente com os pais dela, em especial a mãe e que pedisse a eles que a abençoassem se ela quisesse ter um paro normal, e assim ela fez. Conversou Também com a avó que tinha tido todos os partos normais e pediu a ela que orasse e pedisse a Deus que a abençoasse para ela também tivesse um parto normal como o dela e assim a sua avó também a abençoou, e eu acredito do fundo do meu coração, que essa atitude a empoderou mais ainda e a ajudou nesse processo de parir que é muito mais uma questão de empoderamento e auto confiança do qualquer outra coisa, a nossa mente é muito poderosa e a fé, realmente transporta montanhas.
Parabenizo esse casal pela benção de formarem essa linda família e peço a a Deus que os abençoe com muita saúde, amor e união! Agradeço a confiança!! — com Renata Alvarenga e Eduardo Yoshimoto.

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